segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Aumenta número de PCs nos domicílios mas desigualdade continua

18 de setembro de 2009

Em 2008, 17,95 milhões de domicílios brasileiros (31,2%) possuíam microcomputador, sendo 13,7 milhões (23,8%) com acesso à Internet, o que significa que apenas dois, em cada dez PCs, eram conectados à internet. Embora os números mostrem evolução em relação a 2007, ainda revelam desigualdade no acesso a tecnologia: Mais da metade dos domicílios do país que têm computador está localizada no Sudeste (10 milhões), região que também concentra a maior proporção de domicílios conectados à internet (31,5%). Em seguida vêm o Sul (28,6%) e o Centro-Oeste (23,5%). Nos últimos lugares aparecem as regiões Norte (10,6%) e Nordeste (11,6%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008, divulgada hoje pelo IBGE. (Redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13194&Itemid=105

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Banda larga móvel cobre 62% da população, mas preço ainda inibe a contratação.

Marineide Marques
Balanço do Teleco em parceria com a Huawei contabiliza 4 milhões de acessos, entre celulares e modems

A banda larga móvel está presente hoje em 11,3% dos municípios brasileiros, cobrindo 62% da população e contabilizando 4 milhões de acessos, entre celulares e modems para internet sem fio. Os dados integram o primeiro Balanço Huawei de Banda Larga Móvel, divulgado nesta quarta-feira, 2, pelo Teleco, responsável pelo levantamento dos dados patrocinado pela fabricante chinesa de equipamentos para telecomunicações. Idealizado para acompanhar o crescimento da banda larga móvel no país, o trabalho deve ser atualizado trimestralmente e considera como terceira geração os acessos em WCDMA e EVDO.

Os dados indicam que ao longo do segundo trimestre, o número de aparelhos móveis com tecnologias de terceira geração ultrapassou o volume de modems: eram 2,1 milhões de aparelhos e 1,8 milhão de modems. Na avaliação de Eduardo Tude, consultor do Teleco, é possível que o número de aparelhos seja ainda maior, já que muitas operadoras só contabilizam como 3G os clientes que efetivamente contrataram um plano de dados.

O dados de cobertura apurados pelo Teleco indicam que São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro são os estados com maior porcentual de municípios com redes 3G. Nestes estados, somados ao Distrito Federal, a cobertura 3G chega a mais de 20% dos municípios, atendendo a mais de 70% da população. O Rio é o estado com melhor cobertura, que chega a 44,6% dos municípios.

A projeção do Teleco é de que a banda larga móvel deve ultrapassar a fixa no Brasil em 2011, ou dois anos depois da média mundial, considerando que em boa parte do mundo esse movimento começa a ser registrado este ano. O estudo calcula que o país terá 60 milhões de acessos de banda larga móvel em 2014, quando a base de celulares deve girar em torno de 230 milhões de linhas.

Segundo Tude, algumas barreiras ainda limitam a expansão do serviço no Brasil, a começar pelo preço dos aparelhos e pela baixa disponibilidade de planos pré-pagos. Apenas a TIM oferece um plano pré-pago para acesso via modem, enquanto a Vivo cobra por volume de dados dos clientes pré-pagos que acessarem a internet a partir de seus celulares. O estudo também faz um comparativo de preços entre os países da América Latina e da Europa, que mostra que o Brasil cobra valores acima da média dos demais, fortemente influenciado pela alta carga tributária. No país, o pacote de 500 MB custa em média R$ 76, comparado a R$ 58,50 no Chile e R$ 35,40 na Argentina. O Brasil também se difere na forma de cobrança: enquanto os demais países da América Latina cobram por volume de dados, no país prevalecem os planos ilimitados.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/banda-larga-movel-cobre-62-da-populacao-mas-preco-ainda-inibe-a-expansao

Claro prepara o lançamento de plano pré-pago para acesso à internet

Marineide Marques
Oi também avalia a oferta, mas reconhece que não é projeto para o curto prazo.

A Claro prepara o lançamento do seu primeiro plano pré-pago para acesso à internet via modem. Segundo a diretora de serviços de valor agregado da operadora, Fiamma Zarife, a oferta deve começar até o final de outubro para atender aos clientes que não querem comprometimento mensal. Hoje, apenas a TIM oferece um plano pré-pago para acesso via modem, enquanto a Vivo cobra por volume de dados dos clientes pré-pagos que acessarem a internet a partir de seus celulares.

A Oi também avalia o lançamento de um plano pré-pago, segundo o diretor Roberto Guenzburger, mas não no curto prazo. “Eventualmente teremos um plano pré-pago no médio prazo” disse ele. Segundo o executivo, que participou do lançamento do primeiro Balanço Huawei de Banda Larga Móvel, divulgado nesta quarta-feira pelo Teleco, o estado de São Paulo responde por 40% das vendas de banda larga móvel da Oi, mesmo sem a oferta convergente na região. Ele atribui o sucesso, além da concentração de poder aquisitivo do estado, ao fato de a Oi permitir a experimentação sem custo por dois meses. “A experiência do usuário da banda larga móvel é diferente. Por isso o período de testes é importante”, disse ele.

O estudo apresentado pelo Teleco apontou que a baixa disponibilidade de planos pré-pagos é uma das barreiras à expansão do serviço no Brasil, ao lado do alto preço dos aparelhos de terceira geração.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/claro-prepara-o-lancamento-de-plano-pre-pago-para-acesso-a-internet

Ministro diz que decisões sobre Internet na rede elétrica foram apressadas

Rodrigo Sales
Segundo Hélio Costa, ainda é preciso resolver problemas técnicos importantes

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse hoje que ainda não existe uma regulamentação na Internet, como um todo, muito menos para o acesso à rede que vai trafegar nas linhas das redes de energia. "Antes disso, temos que resolver alguns problemas técnicos importantíssimos, houve um apressamento em decisões que, na verdade só estarão concretizadas dentro de no mínimo dois anos, possivelmente três ou quatro anos para que a internet possa trafegar na rede elétrica’’ afirmou em entrevista a um programa de rádio.

Ele ressaltou que houve uma decisão da Anatel, há cerca de dois meses autorizando as empresas a realizarem os primeiros testes. Costa defendeu que, o procedimento de internet em banda larga ocorre quando o sistema de cabos é todo subterrâneo e normalmente em 220 volts, como acontece na Europa.

Segundo Costa, ‘’se você coloca o sinal na rede de linhas elétricas, você vai ter uma grande interferência na telefonia, nas rádios e na televisão’’. Costa finalizou dizendo que o país está preparado sim para a modernidade, e acredita que esse é o caminho para a chegada da internet nas cidades mais pobres.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/ministro-disse-que-decisoes-sobre-internet-na-rede-eletrica-foram-apressadas

América Móvil estuda novo modelo de cobrança para tráfego de dados pré-pago

terça-feira, 8 de setembro de 2009, 13h00

A América Móvil está estudando a possibilidade de realizar uma cobrança automática pelo tráfego de dados de usuários pré-pagos donos de smartphones e modens 3G, informou o diretor de serviços de valor agregado do grupo, Marco Quatorze. Os usuários poderiam acessar a web a qualquer momento de seus dispositivos e teriam automaticamente descontada de seus créditos com a operadora uma tarifa para uso ilimitado naquele dia. Ou seja, não seria necessário comprarem antes um crédito especial para tráfego de dados com um tempo pré-definido de utilização (24 horas, uma semana etc), como fazem hoje algumas operadoras.

Flat Fee

A respeito da tendência de as operadoras móveis norte-americanas estarem lançando planos com tarifa plana para uso ilimitado de voz, dados e SMS, Quatorze disse que acha difícil isso chegar à América Latina. "Nos EUA o ARPU (receita média por usuário) é de US$ 80. Aí há espaço para fazer esses planos. No Brasil o ARPU é muito baixo. Além disso, o custo de transmissão no Brasil é alto", explicou Quatorze.

Fernando Paiva

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146936

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Maioria das cidades brasileiras só precisa de 1 giga no backbone, diz professor.

01 de setembro de 2009

O coordenador de Redes de Comunicação e professor da Unicamp, Leonardo Mendes, afirmou hoje, no 6º Wireless Mundi, que os estudos realizados por sua equipe demonstraram que 95% dos municípios brasileiros não precisam de redes de comunicações com mais de 1 Gibt/s. Somente as cidades com mais de 200 mil habitantes é que precisam de backbones com mais capacidade", afirmou.

Em conjunto com a prefeitura de Pedreira, a universidade desenvolve um projeto de infovia municipal e de cidade digital com 18 quilômetros de fibra óptica no backbone e o acesso banda larga sem-fio em todas as residências da cidade. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13020&Itemid=105